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Governo define fluxo para atendimento a casos da Covid-19 nas regiões de Santa Inês e Pinheiro

As redes de atendimento contam com unidades municipais e hospitais da rede estadual de saúde.

Para organizar a assistência a casos da Covid-19 no estado, o Governo do Maranhão tem definido fluxos específicos de atendimento a pacientes com a doença, especialmente nas regiões que apresentam aumento no número de casos. Em Pinheiro e Santa Inês, por exemplo, essa rede de atendimento conta com unidades municipais e hospitais da rede estadual de saúde.

“A organização do atendimento aos pacientes com suspeita ou já diagnosticados com a doença favorece a celeridade na assistência. É mais uma das estratégias que o Governo do Estado adota para o enfrentamento à Covid-19. Ao definirmos este fluxo de atendimento, esperamos oferecer o suporte adequado no menor tempo possível, sobretudo aos casos mais graves, que são tratados na rede estadual de saúde”, explica o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

Para a assistência aos casos mais graves da doença, os municípios que fazem parte da Regional de Saúde de Pinheiro contam com o Hospital Regional da Baixada Maranhense Dr. Jackson Lago, na cidade de Pinheiro. Os pacientes também podem ser transferidos para o Hospital Regional de Viana e o Hospital Regional de Santa Luzia do Paruá, unidade que foi entregue pelo Governo do Estado para reforçar o atendimento aos casos da Covid-19.

Os hospitais de Viana e Santa Luzia do Paruá também atendem os municípios da Regional de Saúde de Santa Inês para os casos da Covid-19, sendo o Hospital Macrorregional Tomás Martins, em Santa Inês, a unidade de referência para o atendimento aos casos graves de pacientes desses municípios que compõem a região.

Todos os hospitais regionais contam com leitos clínicos, para a assistência aos casos moderados, e leitos de UTI, para o atendimento aos pacientes com o quadro mais grave da doença.

A rede municipal de saúde de cada uma das localidades é responsável pelo primeiro atendimento para o início do diagnóstico e a regulação dos casos que necessitarem de internação.

As pessoas consideradas como caso leve da doença, que não precisarem de internação, serão orientadas pela rede municipal de saúde.

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