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Anvisa recebe pedido da Janssen para uso emergencial da vacina

A meta é que a análise seja concluída em até sete dias.

A farmacêutica Janssen, do grupo Johnson & Johnson, entrou com um pedido na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de uso emergencial de sua vacina contra Covid-19, na última quarta-feira (24). A meta é que a análise seja concluída em até sete dias.

“As primeiras 24 horas serão utilizadas para fazer uma triagem do processo e verificar se os documentos necessários estão disponíveis. Se houver informação importante faltando, a Anvisa pode solicitar as informações adicionais ao laboratório”, disse a Anvisa em nota.

O prazo de sete dias para o pedido emergencial pode ser estendido caso falte algum documento ou informação referente à vacina da Janssen. Durante o período, a contagem de tempo é pausada até que a pendência seja solucionada.

Vacina da Janssen em uso emergencial
Até o momento, a Anvisa já liberou dois imunizastes com registro definitivo, o da Pfizer e o desenvolvido pela Oxford/AstraZeneca. A Coronavac, que está sendo aplicada no país, ainda segue em uso emergencial. A da Pfizer, apesar de aprovada, ainda não tem doses disponíveis no Brasil.

A vacina da Janssen foi liberada também pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para uso emergencial. A vantagem desse imunizante é o fato dele funcionar em dose única. Todas as outras vacinas disponíveis no mercado exigem duas doses para efeito completo.

O contrato com a farmacêutica foi assinado no último dia 15 e oficializado na sexta-feira (19), pelo então ministro da saúde Eduardo Pazuello. Cerca de 38 milhões doses do imunizante devem ser entregues até o fim de 2021, sendo 16,9 milhões no terceiro trimestre e outras 21 milhões no quarto trimestre. Cada dose custa US$ 10.

No mesmo anúncio do contrato com a Janssen, foi confirmada ainda a compra de cerca de 100 milhões de doses da vacina da Pfizer. O governo prevê a entrega de 13,5 milhões entre abril e junho e outras 86,5 milhões de julho a setembro. “Cabe ressaltar que o cronograma de entrega das vacinas é enviado ao Ministério da Saúde pelos laboratórios e está sujeito a alterações, de acordo com a disponibilidade de doses e a real entrega dos quantitativos realizada pelos fornecedores”, informou o Ministério da Saúde na ocasião.

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