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Sputnik: seis estados e o DF decidem aguardar ‘decisão final’ da Anvisa sobre uso emergencial

Consórcio chamado Brasil Central diz que mantém interesse na vacina, mas desde que autorizada pela Anvisa; Importação excepcional foi descartada pelo grupo.

O Consórcio Brasil Central, formado pelo Distrito Federal e outros seis estados, vai aguardar a decisão final da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre o uso emergencial da vacina Sputnik V contra a Covid-19, antes de comprar o imunizante. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (10).

O grupo, que além do DF é composto por Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Tocantins e Rondônia, chegou a pedir à agência que estendesse a eles a decisão que permitiu a importação emergencial da vacina, pelo Consórcio Nordeste. No entanto, recuou da solicitação.

“As estritas e complexas condições impostas pela Anvisa na autorização excepcional para importação da Sputnik V, ao Consórcio Nordeste – operacionais, sanitárias e de logística – levaram os entes consorciados a manterem o interesse na compra do imunizante, desde que haja a autorização e regulamentação da Anvisa”, diz a nota divulgada pelo grupo.

O consórcio é presidido pelo governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), e o vice-governador, Paco Britto (Avante), é o secretário-executivo. As sete unidades da federação negociavam a compra de 28 milhões de doses da vacina, 4 milhões cada. No entanto, uma das restrições impostas pela Anvisa reduziu esse número para 60 mil doses.

“Nesse sentido, o consórcio Brasil Central reafirma seu interesse na compra da vacina, porque entende que o momento exige o maior número possível de imunizantes à disposição dos governos e das populações, mas alinha-se a manifestação das unidades da federação consorciadas para que se aguarde a autorização da Anvisa para uso emergencial da Sputnik V”, continua o texto.

Autorização para importação

No dia 4 de junho, a Anvisa aprovou, com restrições, o pedido de importação excepcional das vacinas Sputnik V e Covaxin contra a Covid-19. A decisão vale apenas para lotes específicos de imunizantes trazidos de fora, e não configura autorização de uso emergencial.

No caso da Covaxin, a autorização definiu a quantidade de 4 milhões de doses, que poderá ser utilizada somente sob condições específicas determinadas pela agência reguladora. As doses deverão ser utilizadas dentro de condições controladas, sob responsabilidade do Ministério da Saúde.

Já em relação à Sputnik, a quantidade de doses será restrita a 1% da população de cada um dos seis estados solicitantes: Bahia, Maranhão, Sergipe, Ceará, Pernambuco e Piauí.

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