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Ameaças da Reforma da Previdência aos trabalhadores

Por Cunha Santos

 

Três fatores principais devem estar preocupando os trabalhadores brasileiros com relação à Reforma da Previdência que, segundo previsões, desembarca na Câmara Federal até a próxima quarta-feira.

Um deles diz respeito à paridade, isto é, se o governo vai manter a extensão dos reajustes salariais dos servidores da ativa para os inativos. Esta seria, inclusive, uma preocupação de muitos governadores que temem que a paridade coloque em risco as contas dos estados.

O outro fator é a aposentadoria integral dos servidores, via de regra ameaçada por redutores criados pelas cabeças econômicas que elaboram a Reforma da Previdência. Obviamente que os servidores são contra a redução dos benefícios e muitos deles começaram a preparar processos de aposentadoria visando encerrar suas carreiras antes da reforma.

Não nos parece justo que depois de trabalhar e contribuir com o regime previdenciário por tantos anos, depois de velhos, quando crescem as despesas com a saúde, os planos de saúde são mais caros e até necessitam de alimentação especial, os trabalhadores tenham seus salários reduzidos.

Uma novidade que ameaça surgir nessa nova proposta de Reforma da Previdência é o regime de capitalização. Por este regime, quem entrar no mercado de trabalho agora passará a poupar dinheiro em uma conta individual para pagar pela própria aposentadoria. O problema com esse regime é que o dinheiro das contribuições sai do INSS e passa para o mercado financeiro, deixando os beneficiários atuais desamparados e obrigando o governo a buscar alguma forma de compensação.

(Foto divulgação)



Dados divulgados pelo ministério da Saúde nesta quarta-feira (28) informam que somente 8,9% dos aprovados no novo edital do Mais Médicos, aberto após Cuba deixar o programa, se apresentaram para trabalhar nos postos de saúde. Tanto o atual governo quanto o presidente eleito, Jair Bolsonaro, haviam comemorado o fato de 97,8% das vagas abertas terem sido preenchidas (8.319 de 8.500), porém, somente 738 profissionais apareceram para trabalhar. O prazo para se apresentarem é 14 de dezembro, de acordo com o edital.

Após Cuba irresponsavelmente retirar-se do Mais Médicos por não aceitar dar liberdade e salário integral aos seus cidadãos, quase 100% das vagas já foram preenchidas por brasileiros. Está claro que o acordo do PT era pretexto para financiar a ditadura membro do foro de São Paulo.

Reportagem do portal UOL traz o caso da cidade de Cosmópolis, interior de São Paulo, que teve sete médicos aprovados no novo edital, mas somente três estão disponíveis. Segundo a prefeitura, três desistiram antes de ‘tomar posse’ e um não se apresentou. “Lá havia oito médicos cubanos – sete saíram. O outro fez o Revalida, exame de validação do diploma obtido no exterior, e foi aprovado”, informa a matéria.

Os gestores de Saúde estão preocupados. “Se houver dificuldade em repor os cubanos, o ministério estuda deslocar profissionais que já atuam no programa para essas regiões. Em edital de novembro de 2017, o índice de desistência entre profissionais com registro havia sido de 20%”, diz a reportagem.

Já em Contagem, Grande Belo Horizonte, dos cinco médicos inscritos, dois desistiram. No posto de Nova Contagem, bairro pobre da cidade, o único médico que havia, um cubano, já deixou o posto. Com isso, a prefeitura estima que 22 pacientes deixam de ser atendidos diariamente no local.

 

 

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