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Caso Tainá: Justiça nega pedido para o pai ter guarda

Menina de 8 meses está em abrigo de São Luís (MA), sob responsabilidade do Conselho Tutelar, após ser encontrada pela polícia com a mãe; moradoras de Pilar do Sul (SP) estavam sumidas desde o dia 3 de novembro. Suspeito de sequestrar Taina e filha está preso.

A Justiça negou o pedido de liminar para que Raul Kennedy da Silva tenha guarda exclusiva da filha, de oito meses, que está sob responsabilidade do Conselho Tutelar de São Luís, no Maranhão. A informação foi confirmada nessa quarta-feira (05) pelo advogado do rapaz, Roberto Guastelli.

Luis Fernando Lourenço já tem passagens na polícia por estelionato — Foto: Arquivo PessoalDesde 3 de novembro, a família não sabia onde as duas estavam. O marido Raul suspeitava que elas tivessem sido sequestradas pelo ex-patrão dele, Luis Fernando Lourenço. As duas foram localizadas no último sábado (01) após denúncia à polícia do Maranhão e a prisão de Luis, foragido da Justiça por estelionato.

Na quarta-feira (04), o advogado entrou com pedido à Justiça para que Raul retirasse a criança do abrigo e que apenas ele tivesse a guarda da menina. Apesar de pai, ele não é casado oficialmente com Taina, a mãe da criança.

Luis Fernando Lourenço já tem passagens na polícia por estelionato — Foto: Arquivo Pessoal

A polícia encontrou a criança com a mãe em São Luís, a quase 3 mil quilômetros de Pilar do Sul, no interior de São Paulo, onde Raul morava com a esposa e filha.

“Mesmo com o pedido de liminar da guarda tenha sido indeferido, o processo continua e eu entrei com recurso no Tribunal de Justiça. Já sobre a retirada da filha do abrigo, está com o Ministério Público para dar o parecer sobre o desacolhimento”, explicou Guastelli.

Depois da prisão, o Conselho Tutelar decidiu recolher a criança e deixá-la aos cuidados do órgão por causa do inquérito policial de subtração de incapaz, investigado pela Delegacia de Investigações Gerais de Sorocaba (SP).

Raul afirma que está ansioso para reencontrar a menina de apenas 8 meses. “Eu não vejo a hora de buscar a minha filha. Sobre o que Taina fez, eu não quero comentar ainda porque preciso conversar com ela pessoalmente para entender realmente o que aconteceu. O importante é saber que minha filha está bem”, afirma Raul.

As informações são do G1

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