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Energia solar: custo de equipamentos pode cair à metade em dez anos

Essa é a fonte energética que mais tende a crescer no país

Um crescimento explosivo é esperado para os próximos anos na geração de energia eólica e solar, que respondem, respectivamente, por 8,12% e 0,95% da matriz elétrica brasileira. São 568 parques eólicos e mais de sete mil aerogeradores em 12 estados. A solar ainda tem presença incipiente, mas é na qual se espera o maior avanço. O consultor Antonio Bolognesi, da Opperman Engenharia e Consultoria, estima que, com o aumento da demanda por essa fonte, o custo dos equipamentos deve cair à metade em dez anos, impulsionando o crescimento da geração distribuída (feita pelo próprio consumidor).

O BNDES foi o primeiro banco brasileiro a emitir Green Bonds, títulos lastreados em projetos de energia eólica e solar. Levantou US$ 1 bilhão — o equivalente a R$ 3,8 bilhões

— Em 2012, havia apenas uma instalação de energia fotovoltaica ligada no sistema. Agora, temos de 40 mil a 50 mil ligações. Nos próximos cinco a dez anos, chegaremos a um milhão — diz Bolognesi.

Nova célula solar pode produzir dois tipos de energia renovável

Um novo dispositivo de fotossíntese artificial chamado HEPV (célula fotoelétrica e híbrida voltaica) converte a luz solar e a água em não um, mas dois tipos de energia: hidrogênio e eletricidade.

Na busca por abundantes renováveis ​​aos combustíveis fósseis, os cientistas tentaram coletar energia do sol através da “divisão da água”, uma técnica de fotossíntese artificial que usa a luz solar para gerar combustível de hidrogênio a partir de água.

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