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MARANHÃO: Especialista alerta que HIV pode não apresentar sintomas

Segundo a especialista, atualmente, cerca de dez mil pessoas fazem o tratamento contra o HIV, no estado.

O Brasil está no caminho certo no combate à aids. A melhoria no diagnóstico, ampliação do acesso à testagem e redução do tempo entre o diagnóstico e o início do tratamento são alguns dos fatores que incentivaram a diminuição dos números de casos e óbitos. Dados do Ministério da saúde revelam que, entre 2014 e 2017, houve uma redução de 1,7% no coeficiente de mortalidade no Maranhão, que passou de 5,6 para 5,5 óbitos por 100 mil habitantes. Ao mesmo tempo, aumentou o número de diagnósticos. Eram 19,7 casos por cada 100 mil habitantes, em 2014, e, em 2017, são 21,3, o que representa um aumento de 8,1%. Jocélia Frazão, coordenadora do Programa Estadual de Combate à Aids/DSTs no Maranhão, celebra os números, mas alerta que os cuidados com HIV continuam. Todo mundo deve fazer testes, mesmo sem sentir sintomas, porque o vírus pode não apresentar nenhum.

“Em relação ao HIV, a gente não tem nem como ainda detectar. Porque, a partir do momento que a pessoa vem sentir, ela já tá com a doença. Já tá com a doença e vem manifestar no seu organismo. Então, quando ela já está com o vírus, aparentemente ela está saudável. Então, por isso, a gente tem preconizado muito que a pessoa, que a comunidade, a sociedade em geral, procure a unidade mais próxima de sua residência para realizar o teste rápido. Para poder ter o diagnóstico precoce, pra pessoa não vir a desenvolver a doença em seu organismo.”

Segundo a especialista, atualmente, cerca de dez mil pessoas fazem o tratamento contra o HIV, no estado. Mas ela alerta que, mesmo com o tratamento, e estando indetectável, é importante que todo mundo use preservativos para se prevenir também de outras DST’s. Uma maranhense, de 43 anos, que prefere não se identificar, conta que foi diagnosticada com HIV, mas que também não apresentava nenhum sintoma. A cozinheira explica que só realizou os exames porque seu marido, ná época, estava com alguns sintomas e ela resolveu se consultar.

“Na época, ele tinha uma diarreia, que não tinha cura, e perda de peso. E aí foi fazer exames, porque cada dia era perdendo peso. E ele foi, na época, para Teresina fazer exame lá. Foi consultar e aí foi pedido esses exames de HIV. Foi feito. Acho que em um mês, um mês e meio, ele pegou o resultado. Deu positivo. E aí, logo em seguida, fomos eu as duas crianças também fazer exames e deu positivo.”

Os filhos do casal, que tinham 2 e 3 anos foram diagnosticados em 1999. Logo em seguida, começaram o tratamento e, atualmente, todos estão indetectáveis. A filha, inclusive, é mãe de três filhos e nenhum deles carrega o vírus. Faça sua parte nessa luta. Use camisinha e conheça as outras formas de prevenção combinada, disponíveis no SUS. Proteja-se. Trinta anos da luta mundial contra a aids. Uma bandeira de histórias e conquistas.

Com informações da Agência do Rádio

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