Franceses são detidos após invadir e escalar o Cristo para ver o nascer do sol

Todas as fotos e vídeos do nascer do sol gravadas do alto do Cristo pela dupla foram confiscadas pela polícia

D ois franceses foram detidos, na madrugada desta segunda-feira, após passarem a noite no Cristo Redentor. Segundo policiais militares do Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas (BPTur), uma dupla escalou e invadiu o monumento. Os dois foram levados para uma Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (Deat).

Segundo a AFP, Clément Dumais, 28 anos, e Paul Roux-dit-Buisson, de 27, contaram que permaneceram no local após o fechamento da entrada de visitantes e passaram a noite de domingo perto da estatura de 38 metros de altura.

Antes do amanhecer, os dois franceses entraram no monumento, subiram suas escadas internas e saíram por um dos braços para ver o nascer do sol sobre a Cidade Maravilhosa e sua majestosa Baía de Guanabara. A distância de uma mão à outra da estatua do Cristo é de 28 metros.

"Estávamos em pé em cima dos braços e da cabeça do Cristo, e um segurança nos viu", explicou à AFP Paul Roux-dit-Buisson.

Mas a aventura acabou aí para os dois jovens da região de Paris. Eles foram presos e posteriormente liberados após pagar uma fiança de R $ 10 mil. Agora, de acordo com a mesma fonte, devem ser comparados perante um juiz.

A polícia confiscou todas as fotos e todos os vídeos nasceram do sol gravadas do alto do Cristo. Uma aventura que acabou sendo pouco frutífera para os franceses, que postam há dez anos nas redes sociais e no seu canal no Youtube imagens dos seus feitos.

"Mas vista era bem legal. Poucas pessoas têm a oportunidade de ver isso", afirmou Roux-dit-Buisson, mais conhecido nas redes sociais como Paul RDB. "A gente pôde se colocar na pele de Cristo".

Escalada da Torre Eiffel

Fãs de fortes emoções e autodenominados "atletas de parkour", os dois franceses acumulam uma série de passagens por edifícios emblemáticos de Dubai, Hong Kong e Paris.

Na capital francesa, eles escalaram a Torre Eiffel. "Não geral, não fazemos muitas coisas autorizadas", admite Paulo RDB.

Mas "a gente respeita o que admira. Não só escalamos (edificios) por prazer", "para nós o Corcovado é uma obra impressionante", continuou.