O que muda a compra do Twitter para a empresa e funcionários?

Após dias de negociações, rede social passa a ser empresa privada e parte dos negócios do bilionário CEO da Tesla e da SpaceX.

Não se fala em outro assunto que não seja o novo dono do Twitter. Agora, novas dúvidas começam a aparecer sobre o futuro da rede social nas mãos de Elon Musk, mas, nem mesmo o CEO do Twitter, Parag Agrawal, sabe responder o que a aquisição pelo bilionário significa para a empresa ou seus funcionários. .

Donald Trump irá voltar para o Twitter? Haverá demissões em massa? Como ficará as concessões das ações dos funcionários? Até agora, não há nenhuma resposta. Agrawal tentou tranquilizar os funcionários dizendo que não havia demissões planejadas “neste momento”, mas reconheceu sobre as incertezas do futuro. “Assim que o negócio for fechado, não sabemos em que direção esta empresa irá”, disse ele, segundo ‘The New York Times’.

Já o presidente do Twitter, Bret Taylor, confirmou que o conselho irá se dissolver assim que a aquisição for finalizada, sendo que todo o processo pode levar mais seis meses. Porém, isso não muda o fato que a mudança deixou muitos funcionários do Twitter agoniados e inquietos.

Uma pessoa que – até agora – não se manifestou de forma pública é o cofundador do Twitter, Jack Dorsey, que inclusive já havia endossado o envolvimento de Musk com a plataforma. Através de um comunicado, o conselho de administração da empresa confirmou que a decisão de aceitar a oferta foi unânime, ou seja, Dorsey também aprovou o acordo.

A única coisa que se sabe é que Elon Musk quer valorizar a democracia e os alicerces da liberdade de expressão. Pelo menos é o que vem pregando em suas postagens, a mais recente diz que “o discurso livre é o alicerce de uma democracia funcional, e o Twitter é a praça digital onde problemas vitais para o futuro da humanidade são discutidos”.