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Policial Militar do MA é preso após se recusar a pagar conta de bar em Teresina

Segundo a Polícia Militar do Piauí, com ele foi encontrada uma arma sem registro com 9 munições intactas.

O policial militar do Maranhão, Lennonwathson Silva Barros, de 26 anos, foi preso na madrugada desta quinta-feira (15) após, segundo a Polícia Militar do Piauí (PM-PI), se recusar a pagar a conta em um bar localizado na Avenida Homero Castelo Branco, no Bairro Jóquei, Zona Leste de Teresina. O valor da comanda não foi divulgado.

De acordo com a PM-PI, funcionários do estabelecimento chamaram a polícia depois do policial se recusar a pagar a conta e ao perceberem que ele estava armado. Após a prisão, uma arma com nove munições intactas, foi apreendida com o policial.

“Os policiais que atenderam a ocorrência ainda tentaram mediar uma negociação, mas ele não quis pagar a conta. A arma dele também não tinha registro nenhum”, informou a tenente-coronel Joseline Feitosa, comandante do 5° Batalhão da PM.

O policial foi conduzido para a Central de Flagrantes de Teresina.

Embriaguez ao volante
Lennonwathson Barros foi condenado pela Justiça do Piauí em 2018 por embriaguez ao volante. De acordo com a denúncia do Ministério Público, em julho de 2016, o acusado estava em um bar ingerindo bebida alcoólica, quando discutiu com algumas pessoas, sacou a pistola e efetuou disparos para o alto.

Em seguida, ainda segundo a denúncia do MP, o policial pegou o carro e saiu com ele na Avenida Ayrton Senna, na Zona Sul de Teresina, até ser abordado pela Polícia Militar.

“Solicitado a entregar a arma, o acusado não o fez e prosseguiu no veículo até ser abordado por outra equipe da PM, que o deteve, dominou e desarmou”, diz a denúncia.

O MP também acusou Lennonwathson Barros por disparar arma de fogo em via pública, mas o juiz Raimundo Holland Moura de Queiroz absolveu o acusado por esse crime, declarando que a prática não foi comprovada.

“Tendo em vista que não há nenhuma testemunha que afirme ter visto o acusado efetuar os disparos, além disso, não foi encontrada nenhuma cápsula referente ao disparo da arma de fogo”, declarou o magistrado.

O policial foi condenado a seis meses de detenção, a serem cumpridos em regime aberto. O juiz determinou que ele poderia recorrer da sentença em liberdade.

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